Tuesday, May 26, 2009

Natureza

Há momentos em que procuro a calma, a tranquilidade.
Imagino um mundo sem ruídos, onde se fala por sorrisos e se caminha dançando, uma vida deslizante, um mar sem ondas, um suave rio.
São os meus instantes em que me deixo embalar por baladas e em que sonho com brisas sussurrantes e refrescos gelados.
E assim me adormeço na irrealidade desenhada...
Até o mundo me provar que tudo isso é passageiro, quando a natureza se desfaz em prolongados relâmpagos e em medonhos trovões, quando a chuva fustiga furiosamente as janelas que lhe interrompem o curso.
Aconteceu ontem à noite.