Friday, April 06, 2012

Nem sei que título escolher...

Recuso-me a ser mais um ser manietado pela comunicação social.

Um ser que respira crise, pensa crise, fala crise...

Recuso-me a ser um ser que se indigna quando lhe dizem para se indignar, nos jornais, na televisão, ontem, hoje amanhã.

E para mim, por muito grande que seja o desespero, um suícidio é quase sempre um gesto cobarde, um gesto de desprezo pela família e pelos amigos.

Sobretudo quando na carta de despedida se apela à guerra, à revolução, que ele já não fará.

Não creio que seja um bom princípio: apelar à guerra e à revolução não é solução para nada! Mas se se acha que sim, fique-se aqui a lutar por aquilo em que se acredita.

Ao contrário do que me querem fazer crer, eu não sou grega.